sexta-feira, 22 de outubro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

TURISMO: FORTALEZA


Todo mundo já sabe que fortaleza é uma das maiores e mais bonitas cidades do Brasil. Claro que a parte turistica, que compreende toda a orla até o centro, são os locais mais visitados e portando os mais bonitos.. o Complexo de cultura Dragão do Mar é algo a parte, cultura, cinema, shows, teatro, museus tudo em um só lugar. tudo muito bom..

POESIA: FLORBELA ESPANCA


Poetisa portuguesa, natural de Vila Viçosa (Alentejo). Nasceu filha ilegítima de João Maria Espanca e de Antónia da Conceição Lobo, criada de servir (como se dizia na época), que morreu com apenas 36 anos, «de uma doença que ninguém entendeu», mas que veio designada na certidão de óbito como nevrose. Registada como filha de pai incógnito, foi todavia educada pelo pai e pela madrasta, Mariana Espanca, em Vila Viçosa, tal como seu irmão de sangue, Apeles Espanca, nascido em 1897 e registado da mesma maneira. Note-se como curiosidade que o pai, que sempre a acompanhou, só 19 anos após a morte da poetisa, por altura da inauguração do seu busto, em Évora, e por insistência de um grupo de florbelianos, a perfilhou.
Estudou no liceu de Évora, mas só depois do seu casamento (1913) com Alberto Moutinho concluiu, em 1917, a secção de Letras do Curso dos Liceus. Em Outubro desse mesmo ano matriculou-se na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, que passou a frequentar. Na capital, contactou com outros poetas da época e com o grupo de mulheres escritoras que então procurava impor-se. Colaborou em jornais e revistas, entre os quais o Portugal Feminino. Em 1919, quando frequentava o terceiro ano de Direito, publicou a sua primeira obra poética, Livro de Mágoas. Em 1921, divorciou-se de Alberto Moutinho, de quem vivia separada havia alguns anos, e voltou a casar, no Porto, com o oficial de artilharia António Guimarães. Nesse ano também o seu pai se divorciou, para casar, no ano seguinte, com Henriqueta Almeida. Em 1923, publicou o Livro de Sóror Saudade. Em 1925, Florbela casou-se, pela terceira vez, com o médico Mário Laje, em Matosinhos.
Os casamentos falhados, assim como as desilusões amorosas, em geral, e a morte do irmão, Apeles Espanca (a quem Florbela estava ligada por fortes laços afectivos), num acidente com o avião que tripulava sobre o rio Tejo, em 1927, marcaram profundamente a sua vida e obra. Em Dezembro de 1930, agravados os problemas de saúde, sobretudo de ordem psicológica, Florbela morreu em Matosinhos, tendo sido apresentada como causa da morte, oficialmente, um «edema pulmonar».
Postumamente foram publicadas as obras Charneca em Flor (1930), Cartas de Florbela Espanca, por Guido Battelli (1930), Juvenília (1930), As Marcas do Destino (1931, contos), Cartas de Florbela Espanca, por Azinhal Botelho e José Emídio Amaro (1949) e Diário do Último Ano Seguido De Um Poema Sem Título, com prefácio de Natália Correia (1981). O livro de contos Dominó Preto ou Dominó Negro, várias vezes anunciado (1931, 1967), seria publicado em 1982.

A poesia de Florbela caracteriza-se pela recorrência dos temas do sofrimento, da solidão, do desencanto, aliados a uma imensa ternura e a um desejo de felicidade e plenitude que só poderão ser alcançados no absoluto, no infinito. A veemência passional da sua linguagem, marcadamente pessoal, centrada nas suas próprias frustrações e anseios, é de um sensualismo muitas vezes erótico. Simultaneamente, a paisagem da charneca alentejana está presente em muitas das suas imagens e poemas, transbordando a convulsão interior da poetisa para a natureza.
Florbela Espanca não se ligou claramente a qualquer movimento literário. Está mais perto do neo-romantismo e de certos poetas de fim-de-século, portugueses e estrangeiros, que da revolução dos modernistas, a que foi alheia. Pelo carácter confessional, sentimental, da sua poesia, segue a linha de António Nobre, facto reconhecido pela poetisa. Por outro lado, a técnica do soneto, que a celebrizou, é, sobretudo, influência de Antero de Quental e, mais longinquamente, de Camões.

Poetisa de excessos, cultivou exacerbadamente a paixão, com voz marcadamente feminina (em que alguns críticos encontram dom-joanismo no feminino). A sua poesia, mesmo pecando por vezes por algum convencionalismo, tem suscitado interesse contínuo de leitores e investigadores. É tida como a grande figura feminina das primeiras décadas da literatura portuguesa do século XX.



FONTE: http://www.astormentas.com/biografia.aspx?t=autor&id=Florbela+Espanca

AINDA NO QUESITO MÚSICA

hoje acordei com essa música na cabeça. Um poema de Florbela Espanca e musicado pelo cantor cearense Fagner. Muito sucesso nos fins dos anos 80 e inicio dos 90.

UM DOS CLÁSSICO DA MÚSICA BRASILEIRA

Eu tenho tanto prá lhe falar,
Mas com palavras não sei dizer
Como é grande o meu amor
Por você.

E não há nada prá comparar,
Para poder lhe explicar
Como é grande o meu amor
Por você.

Nem mesmo o céu,
Nem as estrelas,
Nem mesmo o mar
E o infinito não é maior
Que o meu amor,
Nem mais bonito.

Me desespero a procurar
Alguma forma de lhe falar
Como é grande o meu amor
Por você.

Nunca se esqueça,
Nem um segundo,
Que eu tenho o amor
Maior do mundo.
Como é grande o meu amor
Por você. (2x)

Mas como é grande
O meu amor por você!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

TECNOLOGIA: CINEMA 3D


Enquanto o cinema 3D não chega ao Piauí, (e nem tem previsão pra chegar) só mesmo viajando pra outra capital pra finalmente poder verificar a nova tecnologia. E no geral é um efeito muito interessante. A grosso modo, o filme em 2D é exibido na tela, plano. Na tecnologia em 3D é como se a tela se transformasse em uma janela, a percepção de profundidade é bem explicita e no caso do filme que assiste, "A lenda dos guardiões" a sensação é que as corujas estavam voando por toda sala do cinema. vale muito a pena.. e pra quem mora no Piauí, só resta esperar.. aliás,falando nisso, o Filme "tropa de elite" é o grande sucesso de bilheteria no momento, em cartaz em todas as capitais do Brasil, menos uma, adivinha qual???